Saber dizer não a um cliente
Estou fazendo uma rede para uma escola publica aqui do Rio de Janeiro e ao analisar mais a fundo a situação cheguei a idéia desse post. Primeiramente, por que dizer não a um cliente?
Por que você oferece um serviço, mas ele não se enquadra com a empresa. Talvez por que se torne oneroso ao interessado de tal forma que não compense investimentos ou como pode acontecer, ele não tem estrutura necessária para permitir o mínimo de qualidade do seu serviço (que obrigaria a melhorar a estrutura e cair na primeira situação que citei).
A escola em que estou prestando serviço teve sua rede de computadores colocada na mesma canaleta da rede elétrica. E mais, ela possui uma conexão a internet fraquíssima, 128 dizem eles vinda de uma LP. Alguém vai oferecer VOIP para alguém que possui uma rede que não assegura pacotes e tem baixíssima conexão? Tem doido que sim.
Tudo bem, pode até dar certo se você oferece vários serviços em conjunto, talvez uma reestruturação da rede, uma conexão melhor… Mas e se o cliente não puder pagar? Até aonde é válido?
Cheguei a conclusão a um bom tempo que se trabalho, trabalho com qualidade. Usar material inferior só reduz a qualidade dos meus serviços. ATA Intelbras (não lembro agora o nome do modelo) ou PAP2?
Um profissional que trabalha dentro da empresa é uma coisa, se você se expõe, vai assumir os riscos de oferecer equipamento inferior prover serviços a quem não consegue aproveitá-lo. Não que você não possa vendê-lo, mas, por favor, avise os possíveis problemas com a situação atual da empresa.
Não adianta pedir para Deus, Buda, Alah, Capitão Nascimento, Chuck Norris e outras notórias divindades, não ha milagre. Se fosse assim, o Bill Gates e Steve Jobs da convergência seriam esses caras aqui:





